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FELICIDADE : OS CAMINHOS ERRADOS

"Meu nome é Fabricia,tenho 18anos. A minha vida não tem andado como eu planejei, e isso está me sufocando... Meus pais se separaram há dois anos e, sinceramente, eu nao sei como lidar com isso... Sinto um vazio, um vazio sufocante. Isto está sugando a minha vida. Tento dizer que sou forte (sinto que presiso ser forte), mas não consingo. Tô machucada, sem direção. Não sei como viver, como prosseguir. As vezes queria sumir, queria munca ter existido. Sucumbi a essa vida, que e tão passagueira e, agora, tão sem sentido..." (comentário na Rede Quero Morrer)


E nós o buscamos. Mas, muitas vezes, nos lugares errados, como nos bens materiais. Em geral, os cientistas concordam que há limitações para a quantidade (e qualidade) de felicidade que eles podem proporcionar. "Um vestido novo ou uma casa enorme podem fazer você feliz, mas por um período de tempo curto", diz o físico Stefan Klein, ex-editor de ciência da revista alemã "Der Spiegel" e autor dos livros "A Fórmula da Felicidade"e "The Science of Happiness - How Our Brains Make Us Happy" (A Ciência da Felicidade - Como Nossos Cérebros nos Fazem Felizes, inédito no Brasil).

Esse mecanismo é chamado pelos pesquisadores de "adaptação hedonista". É a calmaria que se segue a um evento alegre, como a compra de um carro. Isso pode acontecer também com uma promoção, uma cirurgia plástica, uma mudança para outro país ou novos relacionamentos.

A advogada e escritora americana Gretchen Rubin estudou tudo isso e pôs em prática seu "Projeto Felicidade". Sua meta é "passar um ano testando todas as dicas, teorias e estudos científicos que puder encontrar, seja de Aristóteles, Martin Seligman ou Oprah Winfrey".

Para Richard Davidson, professor de psicologia e psiquiatria da Universidade de Harvard, a felicidade é uma habilidade que se aprende. "Não é diferente de tocar um instrumento musical ou praticar um esporte. Se treinar, você vai melhorar", afirma. Vire a página para saber como começar seu treino.

Juliana Tiraboschi
Ilustração: Fernanda Alyssa (Flickr)
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Nota : João Casmurro

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