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DEPREESÃO DÓI, MAS PODE PARAR DE DOER

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Portugal é hoje um país onde 20% da população já sofre de depressão, ou seja, um em cada cinco portugueses é forçado a enfrentar a doença. Apesar disso, muitas parentes e mesmo vítimas desse mal não sabem que a depressão dói. E muitos não sabem também que pode deixar de doer. E com o objetivo de auxiliar tais pessoas é que a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria lançou recentemente uma campanha nacional que pretende informar, esclarecer e desmistificar.

"A depressão é uma doença mental com impacto em todas as áreas de funcionamento do indivíduo", comprometendo todas as áreas, do trabalho às relações familiares, passando pela vida social, revela a psiquiatra Gisela Borges. E se dos sintomas fazem parte a "tristeza, falta de interesse ou prazer nas actividades habituais", é também certo que deles fazem parte as dores, sejam musculares ou abdominais. Apesar de tudo, trata-se ainda de uma "doença ainda sub-diagnosticada e sub-tratada; a principal causa de incapacidade a nível mundial, com redução da capacidade de vida do doente, da produtividade laboral e aumento do absentismo".

Sinais da doença - Não existe um quadro padrão de sintomas para a depressão, mas sim sinais recorrentes que podem indiciar a doença. A depressão não se manifesta da mesma forma de pessoa para pessoa. Se, em alguns casos, são mais evidentes os sintomas emocionais – de tristeza, desânimo, falta de interesse – noutros doentes a depressão manifesta‐se sobretudo de forma física – com dor, alterações no sono, falta de energia, fadiga.

Quando uma pessoa apresenta um conjunto destes sintomas e estes interferem de forma importante com a vivência quotidiana, é fundamental consultar o médico.


A depressão dói - Em média 65% das pessoas deprimidas apresentam sintomas físicos dolorosos, como por exemplo, dores de cabeça, dores nas costas, nos ombros e dores generalizadas.7 A dor física, sobretudo quando persistente, sem responder ao tratamento analgésico deve ser investigada de perto pelo médico assistente.

Caso reconheça em si alguns destes sintomas, complete o questionário e partilhe as respostas com o seu médico. Esta partilha pode ser muito útil para o seu médico encontrar as explicações para os seus sintomas e o tratamento certo para si.

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Nota : João Casmurro

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