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SETE MITOS SOBRE A FELICIDADE

9/28/2017

Não existe um manual para ser feliz. Muitas vezes ficamos à mercê de certos pensamentos e crenças que acabam nos sabotando, sabia? Há mitos sobre a felicidade que, além de nada realistas, fazem com que a gente deixe de viver plenamente. Esperar que grandes mudanças encham nosso coração de uma satisfação plena e imutável é apenas uma entre várias ideias equivocadas que cercam o tema.

1. Se eu emagrecer, fizer uma cirurgia plástica, viajar para o exterior, comprar um carro e/ou mudar de casa, serei mais feliz

É uma ilusão atribuir a felicidade à conquista de algo, mesmo de uma transformação na aparência. Todas essas coisas nos deixam alegres e até proporcionam entusiasmo por algum tempo, mas, efetivamente, não têm o poder de fazer ninguém feliz. Segundo o psicólogo norte-americano Shawn Achor, autor de "O jeito Harvard de ser feliz" (Ed. Saraiva), primeiro precisamos ter uma atitude mental positiva para depois atingirmos as conquistas materiais e vibrarmos com elas. A felicidade não é algo externo a nós, como temos tendência a idealizar, e sim interna. É o que o senso comum chama de “estado de espírito”. Senti-la é uma escolha de nossa responsabilidade, o que acaba assustando - por isso tendemos a idealizá-la como algo externo. Depois que a boa sensação vivenciada com uma viagem ou com a compra de um carro se esvai, se a pessoa tem um vazio interior a tendência é criar novas crenças e expectativas para preenchê-lo. E mais: há quem perca anos da vida reformando uma casa ou economizando para viajar e acaba deixando de lado várias circunstâncias felizes ao longo do caminho. É preciso ter objetivos, sim, mas sem virar escravo deles.

2. Quando eu ganhar mais dinheiro, encontrarei a felicidade

Não há dúvida nenhuma que o dinheiro proporciona acesso a certas coisas. Pesquisas mostram que até mesmo um simples aumento no salário pode deixar a pessoa mais feliz. Porém, depois essa felicidade se estabiliza e, muitas vezes, até cai. Mais do que ter um saldo bancário recheado, é fundamental aprender a viver com o que se ganha e a manter os boletos pagos em dia. Dívidas, contas atrasadas, cartão de crédito estourado e extrato no vermelho afetam o bem-estar físico e emocional.

3. A maternidade realiza a mulher

Para uma parcela das mulheres, sim. A maternidade promove mudanças emocionais profundas que transformam a vida significativamente. Porém, não deve ser encarada como a única ou maior realização feminina. Para qualquer mulher se sentir feliz de verdade, é preciso haver um equilíbrio entre os diversos papéis desempenhados em sociedade: mãe, esposa, amiga, amante, profissional, filha, etc. Vale lembrar que depositar toda a capacidade de encontrar satisfação nos ombros de uma criança é um peso muito grande para o filho.

4. Quando eu me apaixonar, serei feliz

Não necessariamente, viu? A paixão proporciona alegria e entusiasmo, mas não traz felicidade. Na verdade, durante o ápice ela atrapalha a razão e leva as pessoas a fazerem coisas sem sentido e, dependendo da habilidade e estrutura emocional, a chegarem a limites extremos. Entretanto, quando a paixão entra na maturidade, aí, sim, vira amor e faz a pessoa feliz. Mesmo assim, é importante aprender a gostar de si primeiro antes de amar alguém. Nós é que devemos ser responsáveis por nossa própria felicidade, em vez de atribuí-la aos outros.

5. Não se deve ostentar a felicidade, pois isso atrai inveja e olho gordo

Reflita: ao evitar demonstrar sua felicidade, você consegue usufruir 100% dela? Qual a serventia de disfarçar algo que se manifesta em seu olhar, no sorriso, em seus gestos, na expressão facial? Será que esse tipo de crença toma conta de seus pensamentos porque, na verdade, é você quem se incomoda com o sucesso e o bem-estar alheio? E, portanto, projeta nos outros algo que pertence a você? Enfim, quem quer ser feliz precisa se libertar da preocupação limitadora com a opinião alheia.

6. Meu tempo feliz já passou

Você é da turma que acredita que não dá pra ser feliz depois de uma certa idade? Acha que o auge da sua existência foi a adolescência ou relembra com saudosismo e pesar os dias gloriosos da sua infância? Continuar a viver assim só vai limitar a sua rotina. Ser feliz é uma questão de escolha, portanto é possível criar um cotidiano produtivo e interessante em qualquer momento da vida. Se você está respirando,  o aqui e o agora é o momento certo.

7. Felicidade é encontrar o trabalho perfeito

Todo trabalho é perfeito até que o tempo prove o contrário. Quando vislumbramos a possibilidade de trocar de emprego, o próximo sempre parece muito melhor do que o anterior. O ambiente diferente, os colegas novos, os desafios e os benefícios extras formam um cenário atraente e promovem uma sensação de realização plena. No entanto, à medida que o tempo passa, o doce sabor da novidade se esvai e o peso da rotina se impõe, trazendo de volta a insatisfação e demais sentimentos negativos anteriores. Não é o trabalho que deve te fazer feliz, e sim você precisa se sentir o mais feliz que pode com o trabalho que tem. E mais: um emprego sozinho não torna ninguém feliz. É preciso se sentir bem em família, com os amigos, na própria pele etc., ou seja, buscar contentamento contínuo e em todas as esferas.

Fontes: Hebe de Camargo, psicóloga especialista em depressão e em psicologia com ênfase em comunicação, arte e educação, de São Paulo (SP); Heloísa Capelas, especialista em inteligência comportamental, consteladora familiar, autora dos livros "O mapa da felicidade" e "Perdão – A revolução que falta" (Ed. Gente) e diretora do Centro Hoffman no Brasil, em São Paulo (SP); master coach Paulo Vieira, pós-graduado em gestão de pessoas, master coach e autor dos livros "O poder da ação" e Fator de enriquecimento" (Ed. Gente), e Sabrina Gonzalez, psicóloga e psicoterapeuta, de São Paulo (SP)

A partir do UOL. Leia no original
Imagem : Pexels

VOCÊ NÃO PRECISA SER FELIZ TODO DIA

8/09/2017

Quem disse que o estado natural do ser humano é ser feliz? Aliás, você não desconfia daquelas pessoas que postam fotos com cara e legenda de "plenitude" todos os dias? Então, temos uma notícia libertadora: você não tem obrigação de se sentir feliz 24 horas por dia.

A professora do Departamento de Filosofia da Unifesp, Cecilia C. Cavaleiro de Macedo, fala que a ideia de felicidade foi supervalorizada pela sociedade moderna. Como efeito colateral, uma ditadura de felicidade, beleza e juventude começou a fazer parte da nossa cultura. Os avanços científicos até garantiram maior longevidade, métodos cirúrgicos apurados e remédios para amenizar as dores da alma. Todo avanço é positivo, mas a realidade é: continuamos envelhecendo, perdendo a beleza, a juventude, a saúde e, por mais difícil que seja encarar, continuamos morrendo.

“Isso leva as pessoas a acharem vergonhoso envelhecer, assim como não corresponder a determinados padrões de beleza, não ser bem-sucedido e admirado. Há uma crença disseminada, em parte pela indústria farmacêutica, em parte pelos meios de comunicação de massa, de que ser ou estar triste não é normal”, diz Cecília.

Insatisfação dá sentido à vida

Felicidade é uma palavrinha com sentido amplo, pessoal e intransferível. Nem mesmo os filósofos, que debatem o assunto há milênios, conseguiram definir. “A felicidade não é algo delimitado e compartilhado, que se pode experimentar, como a alegria. Ela é mais que isso, é um propósito, uma meta a ser atingida”, explica a professora Cecília. Para ela, felicidade deve ser entendida como uma constante busca, pois, se pudéssemos alcançá-la completamente, não teríamos mais razão para viver. É um objetivo que funciona como um motor nos levando sempre para a frente.

Portanto, esqueça a ideia de que a tradução de felicidade é o Instagram daquele ex-colega da escola. “A felicidade é relativa, porque está baseada na referência de cada um sobre o que é esse sentimento”, explica Bruno Gimenes, professor, palestrante e autor do livro “Propósito Inabalável” (Ed. Luz da Serra).

Saber se você é feliz depende do autoconhecimento, de uma observação profunda da própria vida. Segundo a jornalista e escritora Vera Golik, palestrante da área de autoestima, a felicidade pode ser medida pelos resultados alcançados no dia a dia e tem muito a ver com o quanto você se sente realizado. Também é bom entender que os altos e baixos sempre estarão por aí. Mas quem determina seus fatores de realização é você.

A sombra do estresse

Você já viu seu nível de ansiedade subir só de pensar se é feliz ou não? Pois saiba que não está só. Há um mito de que a felicidade plena existe e já foi atingida pelos outros. Porém, se mudarmos nosso olhar um pouquinho, veremos que essa busca não precisa ser fonte de estresse. “Não devemos buscar a felicidade em si, mas a nós mesmos. Encontre a sua missão de vida e a felicidade encontrará você. Felicidade é sintoma e consequência”, explica Bruno.

Pode chegar, dona tristeza

Já dizia Mario Quintana: "Quem nunca quis morrer, não sabe o que é viver”. Pode até parecer contraditório, mas dá para usar a tristeza de um jeito bem funcional. “Acredito que a dor (como um estado emocional de conflito ou tristeza) seja um dos mais poderosos instrumentos de evolução, desde que se esteja disposto a aprender com ela”, diz Bruno Gimenes.

Então, da próxima vez que a infelicidade bater à sua porta, é bom abrir. E andar um tempinho de mãos dadas com ela.

Algumas atitudes podem ajudar:
  • Fique um pouquinho na sua –diga não aos convites dos outros sem culpa– e pare para refletir sobre os seus sonhos. O que você deixou para trás?
  • Aproveite para se conhecer, vá fundo nas suas fraquezas e limitações. Só quando descobrimos o que incomoda, de verdade, podemos fazer algo a respeito.
  • Abrace o sentimento negativo e encare-o, para vasculhar as causas da deprê. Pode ter algo a ver com você, mas, também, com situações que sugam a energia de qualquer pessoa e que costumamos alimentar sem nem perceber.
  • Se estiver difícil demais, cerque-se de pessoas positivas, que possam inspirar você em novos caminhos.
  • Acredite no poder de transformar qualquer situação em uma oportunidade de crescimento. “Se usar as situações boas e ruins como etapas, sempre evoluindo, estará caminhando em direção à felicidade. Não uma felicidade estática, mas aquela representada pela busca constante de aprimoramento”, finaliza Vera Golik.
Gabriela Guimarães e Carolina Prado
A partir do Portal UOL. Leia no original
Imagem : 

MAQUIAGEM E FANTASIA

5/07/2015

Toca o despertador, começa mais um dia.
Preparo a maquiagem, visto a fantasia.
No teatro da vida a plateia se posiciona,
Acendem-se as luzes, ajeitam-se as poltronas.
Abrem-se as cortinas, o show vai começar!
Vou ao centro do palco para me apresentar.
Todos que se aproximam divertem-se a valer...
Crianças, adultos, velhos, ninguém quer perder.

E o dia vai passando, o cansaço se faz presente
Mas o show continua, o público é exigente.
O texto não é decorado, é tudo de improviso
E até minhas quedas são motivos de risos.
Cenas que se apresentam, muitas vezes divertidas,
Noutras se mostram cruéis, sádicas e pervertidas...
Mas o dia vai terminando, outro show bem sucedido,
E a falsa satisfação pelo dever cumprido.

Mas vejam que coisa estranha... ninguém se dá conta...
O script não muda e tanta gente apronta!
Porque antigos valores, hoje não valem nada!
Riam das nossas caras, de bocas escancaradas...
Mas como todo artista, ao fim da apresentação,
Recebo os aplausos e agradeço com emoção.
Recolho-me ao camarim e dispo-me da fantasia.

No espelho, sem maquiagem, tristeza e melancolia.
E saio por dentro da noite, eu e minha solidão,
Até chegar o momento de outra apresentação.
E de novo frente ao espelho, tristeza e melancolia
Somem sob a maquiagem e as cores da fantasia.

Paulo Roberto de O. Feitoza
Imagem: Pexels

TRISTEZA É RUIM, FELICIDADE É BOA ?

5/02/2015

A Fundação Edge, uma associação que reúne intelectuais da ciência e da tecnologia, convidou 175 especialistas para responder a uma pergunta difícil: qual ideia científica está bloqueando o progresso da humanidade? As respostas, divulgadas ao longo de 2014, agora foram compiladas no livro This Idea Must Die (“Esta ideia deve morrer”, em tradução livre).

A revista Galileu selecionou 15 teorias da física, da medicina, da matemática e da psicologia que, na opinião de alguns dos mais brilhantes estudiosos do mundo, precisam ser enterradas para que a humanidade vá para a frente. Por sugestão de D.P., um dos membros da Comunidade QM, destacamos aqui apenas uma delas, justamente a que tem tudo a ver com nosso tema constante : tristeza x felicidade. 

Conheça e, na sequência, veja as observações de M.K., também integrante de nosso grupo de discussão.

Teoria : Tristeza é ruim, felicidade é boa

Quem matou : June Gruber, professora da Universidade do Colorado.

“Tristeza não tem fim, felicidade sim” – e isso pode ser bom para você. “Existem muitos trabalhos científicos que sugerem que emoções ruins são essenciais para nosso bem-estar psicológico”, defende June Gruber. Do ponto de vista evolutivo, a tristeza nos faz ficar atentos a problemas ou situações perigosas. Também ajuda a melhorar o foco e facilita uma visão analítica, enquanto felicidade demais nos torna egoístas e propensos a situações de risco. Mas ela não defende o fim da felicidade: o contexto de cada emoção é importante, e saber respeitá-las, em vez de suprimi-las, é a chave para o bem-estar psicológico.

*   *   *
Análise de M.K.

"A pesquisadora June Gruber defende a ideia de que uma pessoa que se considera feliz tem disfunções similares a quem é triste ou depressivo. A diferença se dá pela manifestação dessas disfunções no comportamento de cada indivíduo: o triste tende a focar sempre no próprio sofrimento (o que não significa que ele não tenha sentimentos bons) e o feliz, foca o tempo todo apenas na alegria (o que não significa que ele não tenha sentimentos tristes).

Seria a tristeza um estado normal da alma, mente, ou sei lá? Da mesma forma que uns se satisfazem com tudo e acham tudo uma festa, nós outros teremos uma inexplicável dificuldade em nos alegrarmos com o simples, com o banal, com a s coisas efêmeras da vida. Será que, de alguma forma, somos condicionados a não aceitarmos este estado de abatimento melancólico que nos envia para um banco de memórias de perdas, erros, fracassos, dificuldades, dor, angústia, Os ditos felizes não gostam de falar sobre sentimentos negativos, pois parecem temer que isso lhes retire a mascara da vida perfeita. 

Se para estar bem consigo mesmo temos de aceitar nossas limitações, sofrimentos, incompetências, fracassos, então, aceitar nossa tristeza seria uma forma de aceitar que felicidade pode ser ficar triste?

A tristeza é classifica como um sentimento frio, doloroso, corrosivo. Mas vejo nas pessoas tristes tanto sentimento, compreensão – embora não sejam compreendidas".

Trecho do livro O Demônio do Meio-dia – Uma Anatomia da Depressão, de Andrew Solomon.

“O oposto da depressão não é a felicidade, mas a vitalidade, e minha vida, enquanto escrevo isto, é vital, mesmo quando triste. Posse acordar de novo sem minha mente em algum dia do próximo ano: provavelmente ela não ficará por aí o tempo todo. (...) Por um instante petrificador aqui e ali, um rápido relâmpago, quero que um carro me atropele e tenho que cerrar os dentes para continuar na calçada até o sinal abrir; ou imagino como seria fácil cortar os pulsos; ou experimento famintamente o metal do cano de uma arma na boca; ou fantasio dormir e jamais acordar de novo. Detesto essas sensações, mas sei que elas me impeliram a olhar a vida de modo mais profundo, a descobrir e agarrar razões para viver. A cada dia, às vezes combativamente e às vezes contra a razão do momento, eu escolho ficar vivo. Isso não é uma rara alegria?”

A partir da Comunidade QM
Imagem : Pexels

O MUNDO É O TEATRO DA HIPOCRISIA

4/24/2015

Como é complicado sentir uma tristeza tão profunda, um vazio imenso, e ter que disfarçar. Não estou conseguindo manter minha aparência de falsa felicidade, mostrar-me feliz quando, na verdade, estou detonada por dentro, sentindo uma tristeza e uma angustia insuportáveis. 

E como é difícil viver nesse mundo onde parece que não existem mais pessoas normais, que digam que estão tristes e chateadas, que se assumam cansadas com a vida, mesmo de vez em quando. 

Como conviver com essa indústria da felicidade aparente sem sentir culpa?

Mesmo com tanta dificuldade para sustentar a falsa felicidade, somos obrigados a nos mostrar bem, porque a pessoa triste fica isolada, como se tivesse uma doença contagiosa, afinal, ninguém gosta de quem não está feliz o tempo todo – como se fosse possível alguém estar bem, alegre e satisfeito sempre. 

Diante de tanta “felicidade”, sinto vergonha da minha infelicidade e desesperançada, vergonha de expressar meu desalento diante da vida e da minha própria fraqueza.

Parece-me que o mundo é o teatro da hipocrisia onde todos são atores que interpretam papéis de extrema satisfação com a vida, onde todos são felizes menos eu.
M.K.
A partir da Comunidade QM
Imagem: Pexels

POR HOJE, ESTOU BEM !

9/12/2013
"Bem, quando estou mal, venho aqui me desabafar e me sinto muito bem em poder ter vocês aqui no blog, não me deixam sozinho, pessoas muito semelhantes a mim, me compreendem; e exatamente por isso achei injusto não vir aqui para dizer que estou bem, por hoje estou bem!


Não estou 100%, ainda, mas não piorei, e sinto sim uma melhora, não há um segredo, mas vou contar como tenho feito para alcançar a estrada que esta me tirando da depressão.

Bem, uma coisa eu percebi, as coisas não mudam, nós é quem mudamos. Meus problemas continuam os mesmos, minha forma de encara-los é que esta mudando.

Tenho sido muito mais individualista, tenho minha vida social, mas não me permito me apegar em ninguém  não quero que um qualquer me desestabilize emocionalmente.

Preenchi meu tempo vago, ficar sem fazer nada é a pior coisa que pode acontecer a um depressivo, estudos, trabalho, livros, passeios, filmes, jogos, sempre há algo pra fazer, mesmo que não seja tão interessante assim, mas devemos nos esforçar.

Aceitei que não adiante fugir da dor e da tristeza, na verdade esses sentimento não são tão ruins quando você encara eles como parte da vida, e cedo ou tarde terá que enfrenta-los. É como fugir de uma injeção, ou você enfrenta a dor e segue adiante ou fugirá pro resto da vida, e não progride, e quando enfrente vê que não era tão ruim assim!

Bem, e o velho ingrediente: meditação, em outras palavras, tirar da mente aquilo que não é produtivo, não alimentar pensamentos que sabemos que não vai dar em nada, pensar coisas indevidas é a raiz de todo sofrimento....

Enfim, muita coisa tenho mudado em mim, em mim! sempre em mim, o resto continua tudo igual...

Grande abraço a todos!"
Jonh
A partir da Comunidade QM

POSSO VESTIR UM SORRISO ...

3/09/2013
Hoje acordei com o coração apertado. Um vazio terrível na alma, por mais que esteja sol la fora, calor. Sinto que dentro do meu coração esta gelado, querendo gritar. Dói, parece que a qualquer momento ele vai parar de bater. Não sei se é tristeza, angustia, dor ou até mesmo um infarto agudo.

Sinto muito pelos meus pais, por ter tido um amor que eles nunca aceitariam, mas meu coração não pediu permissão. Apenas sentiu. Não quero ver ninguém que eu amo sofrer, me machuca ver o amor da minha vida, que fazia cartas, desenhos, não entender meus motivos pelo qual tudo acabou tão depressa.

Dizem que você tem que honrar sua familia acima de qualquer coisa, se o honrar meus pais for deixar a minha felicidade pelo lado de fora da janela, eu tenho que fazer. Posso vestir um sorriso, mas o brilho nos meus olhos nunca existiram. E não me importo se o sorriso verdadeiro, os brilhos dos olhos fosse atribuídos aos meus pais. Talvez a minha recompensa não esteja aqui mesmo, talvez eu vim para esse mundo por esse motivo. Para fazer aqueles que eu amo felizes por mais que essa felicidade não caiba em mim!
A partir da Comunidade QM. Leia no original
 
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